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Contabilidade para Restaurante Japonês e Sushi em 2026: regime tributário e como pagar menos imposto

TRIBUTÁRIO • 2026-07-30 • 8 min de leitura • Equipe FranquiaTech

Restaurante japonês e sushi são comércio no Simples (Anexo I), imposto a partir de 4%. Veja rodízio, delivery, CMV do peixe e como pagar menos imposto.

O restaurante japonês une duas coisas que exigem contabilidade afiada: um insumo caro e perecível (o peixe) e um delivery forte (sushi é um dos campeões dos aplicativos). Errar no controle de custo ou no lançamento do delivery come o lucro rápido. Veja como funciona a tributação em 2026.

Restaurante japonês paga imposto como comércio (Anexo I)

No Simples Nacional, o restaurante japonês, o sushi bar e o rodízio são tributados pelo Anexo I (Comércio), porque vendem refeição ao consumidor. A alíquota começa em 4% para faturamento anual de até R$ 180 mil e sobe por faixa, tudo em uma guia única (o DAS).

Por estar no Anexo I, o de menores alíquotas do Simples, a carga efetiva costuma ficar entre 4% e 9% do faturamento.

O CMV do peixe e o controle de perdas

O salmão e os demais pescados são caros, perecíveis e oscilam de preço. O CMV (custo da mercadoria vendida) é o ponto mais sensível do restaurante japonês. Sem controle de compra, porcionamento e perdas, a casa pode ter movimento cheio e margem apertada. Uma contabilidade que acompanha o CMV mostra a margem real por prato e por rodízio.

Delivery: a comissão dos aplicativos

Sushi vende muito por iFood, Rappi e apps próprios. O erro clássico é lançar como receita só o valor líquido repassado pelo aplicativo. O correto é registrar a venda cheia como receita e a comissão do app (que passa de 20%) como despesa. Isso:

  • mantém a apuração do imposto correta;
  • revela a margem real do delivery, que costuma ser bem menor que a do salão;
  • evita autuação por receita omitida.

Restaurante japonês pode ser MEI?

Um restaurante japonês com estrutura dificilmente cabe no MEI, cujo limite é de R$ 81.000 por ano em 2026. Para um delivery pequeno de sushi, começando, o MEI pode servir; a operação com salão e equipe é Microempresa no Simples Nacional.

Como o restaurante japonês paga menos imposto

  • Confirmar o Anexo I e usar a alíquota efetiva.
  • Controlar o CMV do pescado e as perdas — a maior alavanca.
  • Lançar o delivery corretamente (receita cheia, comissão como despesa).
  • Segregar bebidas (saquê, cervejas) e preparar-se para o Imposto Seletivo de 2027.

Perguntas Frequentes

Quanto de imposto paga um restaurante japonês?

No Simples Nacional, começa em 4% sobre o faturamento (Anexo I) e sobe por faixa. A carga efetiva costuma ficar entre 4% e 9%, em uma guia única.

Sushi delivery é Anexo I ou III?

Anexo I (Comércio). Vender comida — no salão ou por delivery — é comércio, então não depende do Fator R.

Como lançar as vendas do iFood no restaurante japonês?

A receita é o valor total da venda; a comissão do aplicativo é despesa. Lançar apenas o valor líquido repassado distorce o resultado e pode gerar problema com o Fisco.

O que mais impacta o lucro de um restaurante japonês?

O CMV do peixe, caro e perecível. Controle de compra, porcionamento e perdas é o que separa a casa lucrativa da que só gira dinheiro.

Próximo Passo

Se você tem um restaurante japonês e sente que o delivery vende muito mas o dinheiro não sobra, o problema costuma estar no CMV do pescado e na comissão dos apps. A FranquiaTech estrutura a contabilidade da sua casa, controla o custo e lança o delivery do jeito certo. Faça um diagnóstico gratuito no WhatsApp.