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Costureira e Artesão em 2026: Como Ser MEI, Vender com Nota e Pagar Menos Imposto

CONTABILIDADE • 2026-07-12 • 6 min de leitura • Equipe FranquiaTech

Costureira e artesão podem ser MEI e se formalizar por cerca de R$ 76 por mês, com direito a aposentadoria e nota para vender em feiras, marketplaces e para empresas. Veja como fazer em 2026.

Quem vive de trabalho manual — costura sob medida, bijuterias, cerâmica, marcenaria, peças personalizadas — muitas vezes trabalha na informalidade sem saber que a formalização é simples e barata. Costureira e artesão podem ser MEI, ter CNPJ, emitir nota e garantir aposentadoria por um custo baixo. Este guia mostra como fazer em 2026.

Costureira e Artesão Podem Ser MEI? Sim.

Ambos estão entre as ocupações permitidas ao MEI:

  • Costureira/alfaiate de roupas sob medida (CNAE 1412-6/02) — ateliês e produção personalizada de peças
  • Artesão — o MEI tem categorias específicas para quase todo tipo de matéria-prima: bijuterias, tecido, madeira, cerâmica, couro, papel, vidro, metais, entre outras

Ou seja, quem produz e vende o próprio trabalho manual consegue se formalizar com facilidade.

Quanto Custa: DAS de ~R$ 76 a R$ 82 por Mês

Como a costureira e o artesão geralmente vendem produtos (indústria/comércio), o DAS costuma incluir o ICMS. Em 2026, o valor fica em torno de R$ 76,90 (comércio/indústria) — podendo chegar a ~R$ 82 se houver também prestação de serviço. O limite é o do MEI comum: R$ 81 mil por ano.

Por Que Vale a Pena Formalizar

  • Aposentadoria e benefícios do INSS
  • Nota fiscal para vender em feiras, marketplaces (Elo7, Shopee, Mercado Livre) e para empresas
  • Conta PJ e crédito para comprar material
  • Sair da informalidade e poder crescer com segurança

Muitos marketplaces e clientes corporativos exigem nota — sem CNPJ, o artesão fica fora desse mercado.

Produção Própria: uma Vantagem do Artesão

O artesão que produz o que vende tem uma característica que ajuda: a margem costuma ser boa (o valor está no trabalho manual, não só no material). Formalizado, ele organiza compras de matéria-prima, controla o custo real da peça e precifica melhor — muitas vezes descobrindo que vendia barato demais.

Quando Deixar de Ser MEI

Se as vendas passam de R$ 81 mil/ano — o que acontece quando o negócio deslancha em marketplaces ou ganha um cliente grande —, é hora de migrar para Microempresa (ME). Aí a produção entra no Anexo I (comércio) ou II (indústria) do Simples, e a contabilidade organiza a transição.

Perguntas Frequentes

Costureira pode ser MEI?

Sim. Costureiras e alfaiates de roupas sob medida têm ocupação permitida ao MEI (CNAE 1412-6/02), dentro do limite de R$ 81 mil/ano.

Artesão pode ser MEI?

Sim. O MEI tem categorias para quase todo tipo de artesanato (bijuterias, tecido, madeira, cerâmica, couro, papel, vidro, metais). O artesão pode e deve se formalizar.

Quanto o artesão MEI paga de imposto?

Apenas o DAS mensal fixo, em torno de R$ 76,90 (comércio/indústria) em 2026, podendo chegar a ~R$ 82 se houver serviço. Independe do faturamento, dentro do limite do MEI.

Preciso de nota para vender em marketplace?

Cada vez mais sim. Plataformas como Elo7, Shopee e Mercado Livre e clientes empresa exigem nota fiscal. Ter o MEI permite emitir e acessar esses canais de venda.

Quando a costureira ou o artesão precisa sair do MEI?

Quando as vendas passam de R$ 81 mil/ano. Aí migra para ME no Simples (Anexo I ou II), e a contabilidade conduz a transição.

Próximo Passo

Se você vive de costura ou artesanato e ainda vende na informalidade, formalizar como MEI custa pouco e abre portas — nota fiscal, marketplaces, aposentadoria. A FranquiaTech ajuda a formalizar e, quando o negócio crescer, conduz a migração para ME. Faça um diagnóstico gratuito no WhatsApp.